quarta-feira, 30 de março de 2011

Liz Taylor nos deixa



Hoje a Contemporartes - Revista de Difusão Cultural registra sua homenagem a atriz Elizabeth Taylor, que morreu no dia 23 desse mês. A atriz tem um significado especial para essa revista, uma vez que é o símbolo da mesma, pintada pela arte de Andy Warhol e já foi temática de outras colunas aqui.

Quem escreve essa breve homenagem é nossa nova editora-assistente, Priscilla de Araujo, estudante do curso de História da Universidade Severino Sombra (Vassouras - RJ). Como dizia Vinicius de Moraes, em seu poema, Minha amada imortal, a beleza, o encantamento, o talento e as doces loucuras de Liz Taylor estarão sempre no imaginário do século XX por meio de uma de suas armas mais poderosas, o cinema.



Ó minha amada
Que olhos os teus
São cais noturnos
Cheios de adeus
São docas mansas
Trilhando luzes
Que brilham longe
 Longe dos breus.. 







Breve biografia da Liz Taylor
Por Priscilla Araujo

Um dos maiores ícones do cinema mundial faleceu na última quarta-feira, 23 de março em Los Angeles, aos 79 anos. Elizabeth Taylor foi e é reverenciada e conhecida no mundo todo por sua estonteante beleza e seus olhos azul-violeta, vida pessoal conturbada após oito casamentos, compulsão por jóias e acima de tudo pelo talento como atriz, que lhe rendeu dois oscars da academia, o primeiro em 1961 pela atuação no longa Butterfield 8 e o segundo, em 1967 por Who's Afraid of Virginia Woolf?
Elizabeth Rosemond Taylor, nasceu em 27 de fevereiro de 1932 em Hampstead, Londres. Filha do casal norte americano Francis Leen Taylor e Sara Viola Rosemond Warmbrodt, que retornaram aos EUA em 1939, onde Elizabeth foi descoberta aos 10 anos de idade. 
Após filmar There's One Born Every Minute, não teve o contrato renovado com a Universal Pictures. Seu talento só foi finalmente foi revelado num pequeno papel da série Lassie. Á partir daí Elizabeth apaixonou-se pela profissão.
Respeitada pela crítica, na década de 1950 Liz Taylor, como ficou conhecida, filmou dramas como A Place in the Sun, com o ator Montgomery Clift e Giant, com Rock Hudson, ambos atores homosexuais dos quais Liz se tornou grande amiga
Na década de 1960, Liz consagrou-se quando interpretou no cinema a rainha Cleópatra, um de seus papéis mais notáveis. Foi durante as filmagens que seu conturbado relacionamento que duraria mais de dez anos, com o também ator Richard Burton começou. Cleópatra trouxe várias inovações para a época, tanto pelas 65 trocas de figurino, quanto pelo cachê de Elizabeth Taylor que foi de 1 milhão de dólares, superando o de Audrey Hepburn em Bonequinha de Luxo, que foi de 75 mil dólares.

Na década de 1970, Liz enfrentaria seu declínio gradual devido aos sérios problemas de saúde. Dores pelo corpo, um tumor benigno retirado do cérebro, e tratamento contra um câncer de pele foram obstáculos enfrentados pela atriz. Liz também se submeteu a inúmeras internações para a desintoxicação de álcool e remédios.
Nos últimos anos de sua vida, suas aparições públicas tornaram-se cada vez menos freqüentes, e sempre que as fazia era de cadeira de rodas, pois a atriz sofria com a intensa fadiga causada pela arritmia cardíaca, problema que mais tarde a mataria.




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E para quem curte canção, aí vai um recado do Prof. Dr. Marcos Napolitano (USP)

Caros e caras, 
Tomo a liberdade de divulgar o link da versão on line revista (e gratuita) do meu livro "Seguindo a canção: engajamento politico e indústria cultural na MPB (1958-1968)", que estava esgotado há muito tempo. Agradeço a divulgação nos seus cursos, orientandos e outros interessados. 
http://pt.scribd.com/doc/49477747/39107265-SEGUINDO-A-CANCAO-digital
Desde já, obrigado, 
abraços
Marcos Napolitano

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Se você gosta de discutir questões profundas sobre o cotidiano, a cidade e a contemporaneidade, uma boa pedida são as Tardes filosóficas na Casa da Palavra (Praça do Carmo, 171, Centro - Santo André). Aos sábados sempre a partir das 14h.


Tardes Filosóficas – Cronograma


 

02/04 - Vontade de Poder: negar o conhecimento para saber-se melhor

Com Ricardo Rossetti


16/04 - Imagens que se movem e constroem espaços: reflexão sobre uma memória fílmica do urbano

Com Soraia Costa


30/04 - Freud e a Psicanálise como manifestação da dúvida

Com Paulo Bessa


07/05 - Fotografia e história oral: linguagens entrelaçadas nas teias das lembranças

Com Ana Maria Dietrich


14/05 - Cinema e mundo do trabalho. O trabalho na perspectiva do filme O Corte

Com Luci Praun


21/05 - Corpo, performance e arte

Com Andrea dos Santos


28/05 - Ideologia e reprodução: reflexões a partir da obra de Marx e Louis Althusser

Com Cesar Mangolin


04/06 - Graffiti: expressão da arte de rua

Com Soraia Costa e Celso Gitahy (Artista plástico)


11/06 – O ato de filosofar no Brasil

Com Daniel Pansarelli


18/06 - Rap: expressões da periferia

Com Soraia Costa e Moises Patrício (artista plástico)


06/08 – Corpo, afetividade e educação

Com Wesley Dourado


13/08 – Interrelações da cidade antiga e atual

Com Marcos Sidney Pagotto


20/08 – Educação formal e capitalismo: transformação ou reprodução?

Com Cesar Mangolin


27/08 - Encontros e desencontros entre Política e Ética no mundo urbano

Com Daniel Pansarelli


03/09 – A caminho do “trans-humano” ou do “pós-humano”?

Com Hérmiton Oliveira Freitas


10/09 - Arte e política: o muro de Berlim

Com Ana Maria Dietrich


17/09 – Para uma ontologia do ser humano: uma reflexão sobre a obra de Clarice Lispector

Com Suze Piza


24/09 - Canções e vozes do gueto

Com Soraia Costa


01/10 – Porque a morte não é nada para nós... Vivemos até morrer!

Com Ricardo Rossetti


08/10 - Ciência, tecnologia e transformação da humanidade

Com Daniel Pansarelli


15/10 – Dialogando com Voltaire sobre a (in) tolerância religiosa

Com Hérmiton Oliveira Freitas


22/10 - Patrimônio, democracia e cidadania: um olhar a partir da polis grega

Com Marcos Sidney Pagotto


05/11 – Tempo, tempo, tempo...

Com Regina Rossetti


12/11 - Sentidos da educação no espaço urbano. Formar. Controlar

Com Daniel Pansarelli


19/11 – Espaços da Intimidade

Com Regina Rossetti


26/11 – Villa Lobos e suas cidades – Palestra e Apresentação Musical

Com Renato Gilioli







Ana Maria Dietrich
Editora-chefe da Contemporâneos - Revista de Artes e Humanidades
Coordenadora da Contemporartes - Revista de Difusão Cultural
Laboratório de Estudos e Pesquisas da Contemporaneidade
Núcleo de Ciência, Tecnologia e Sociedade - UFABC

3 comentários:

Filipe disse...

Parabéns e obrigado querida Ana, por aceitar minha idéia de homenagear a grande e eterna Liz Taylor !!
E parabéns Priscilla, por seu 1º trabalho na contemporartes. Esse é só o primeiro de muitos que estão por vim !!
Grande abraço.

Ass: Filipe Batalha de Oliveira.

1 de abril de 2011 14:41
Anônimo disse...

5 MP is excellent resolution, but where and how can you achieve it.
With so many additional and better features in the Canon 5d mark iii camera, it is not
surprise that it is available at a much higher price than the 5DMark III
camera. No matter how much you pay for something, it's going to have something about it that you either don't like or don't require.

1 de junho de 2013 04:29
Anônimo disse...

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