segunda-feira, 27 de agosto de 2012

AS ALVENARIAS DA VIDA

 

AS ALVENARIAS DA VIDA


Abraços literários. Até +

16 comentários:

Anônimo disse...

Estimado gê: Bom dia! Gostei do texto. Muito criativo, como sempre.

Penso que a parede serve tambem como ouvinte porque tem gente que diz:
Ora, pois, é como falar com as paredes...

Tenha um bom dia.
Marilene

27 de agosto de 2012 08:15
leila seleguini disse...

Delícia, seu bom humor refletido na poesia é muito bom!

27 de agosto de 2012 09:08
edweinels disse...

Ouso dizer que o Grande Joao Cabral de Melo Neto ficaria orgulhoso de seu sucessor: outro maravilhoso Poeta-Engenheiro - Geraldo Trombin. Parabens, Poeta.

27 de agosto de 2012 09:41
Blog do Piaia disse...

Tenho certeza que nessa parede nascem avencas.
Parabéns!

27 de agosto de 2012 09:59
Maria disse...

Muuuuiiitttooooo bom! Boa semana! E detalhe, as vezes falar com as paredes é bom demais!!!! ana paula pontes

27 de agosto de 2012 10:57
geraldo trombin disse...

Obrigado, Marilene, Leila, Edweine, Piaia e Ana. Desta vez, eu mesmo me encostei na parede! rsss

27 de agosto de 2012 13:53
Cris Dakinis disse...

Adorei a PAREDE! Só vc mesmo, querido Amigo.... Coisa linda, hein? bj e cada vez mais sucesso! :)

27 de agosto de 2012 14:23
geraldo trombin disse...

Brigadinho, querida Cris... bjos

27 de agosto de 2012 14:33
Jussára C Godinho disse...

Muito bom! bjo! Ju

27 de agosto de 2012 20:18
geraldo trombin disse...

Gracias, Ju!

27 de agosto de 2012 22:19
Anônimo disse...

Nós, leitores trombinianos, somos seus interlecutores, somos a parede que vos ouve mestre. Grato pela prosa! Que a fertilidade literária sempre viva em su'alma. ArNônimo...

28 de agosto de 2012 09:53
geraldo trombin disse...

gratooooooooooooooooo pelo "trombinianos", grato pela leitura e pela palavra, ArNônimo... abraços

28 de agosto de 2012 11:22
Anônimo disse...

Parabéns poeta!

31 de agosto de 2012 10:45
Anônimo disse...

Parede física que nos separa, parede-poema construído com palavras que nos une. Essa parte da construção que passa distraída tem o poder discreto de separar vidas e ambientes. Algo tão corriqueiro ganha evidência e se desnuda com um simples (mas nem tanto) poema. A poesia é perigosa pela sua liberdade de expressão em todas as direções.

Ler a palavra "balangando" me deu saudade da infância. E "parede é solo vertical", lembrou meus tempos de jovem adulto.

Deva

1 de setembro de 2012 16:17
geraldo trombin disse...

Valeu, Deva! Como bem disse: a poesia é perigosa pela sua liberdade de expressão... haja parede! Abraços

4 de setembro de 2012 14:24
geraldo trombin disse...

mensagem da amiga Ruth Farah:

Não podia imaginar que uma simples parede despertasse o desejo de versejar.
Poeta já nasce feito!
Parabéns! Ruth

4 de setembro de 2012 18:43

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