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Voodoo Hop e intervenções Timalina


- Conhecem os eventos promovidos pela VOODOOHOP em SP? 

- Já ouviram falar da Tima?

Sem maiores delongas, esboçarei um pouco a respeito do coletivo VoodooHop e a intervenção da Aline Arcuri, mais conhecida como Timalina. 

A VOODOOHOP realiza festas na cidade de São Paulo e tem como objetivo a organização de festas incomuns e hedonísticas. Atuam, principalmente, no centro da cidade de São Paulo e realizam manifestações culturais em espaços públicos.

Matéria na Folha com VOODOOHOP

Uma das características do coletivo é ser itinerante, já percorrem cinco estados brasileiros e três países europeus. O motivo é a busca pelo inédito, pelo proposta de interagir com outros espaços e públicos, assim o ambiente da festa é composto pela união das instalações artísticas, com as músicas selecionadas pelos  DJs,  o público e o local da realização.

No coletivo, a Timalina participa como performer, DJ, auxilia na produção da decoração e seu principal trabalho é ser hostess - recepciona o público da festa todas as noites. Ela viu a necessidade de criar objetos para compor um personagem na festa e iniciei a confecção de suas primeiras máscaras e, hoje, semanalmente é produzida uma nova mascara. Acredita que a máscara funciona como um dispositivo para incorporar suas ações no coletivo, um meio facilitador para o relacionamento com o público.


Timalina, integrante do coletivo VOODOOHOP

Acredita que conseguiu construir um persona - palavra latina usada por atores da época clássica que significa “máscara”. Jung utiliza este termo referindo-se “ à máscara ou face que uma pessoa põe para confrontar o mundo”. Ela exerce a função de facilitar as relações sociais, nas situações cotidianas. A confecção das máscaras teve como consequência, de início inconsciente, a criação de uma persona que facilitou a recepção e a interação com o público. 

"Com a máscara tenho a potência de encarnar todas as características da festa e, apesar da distância que existe entre o mundo contemporâneo e as práticas ritualísticas, com esse dispositivo acredito ativar a força de um ritual para meu trabalho." (ARCURI, Aline F.)

A primeira e mais próxima referência para a produção das máscaras é o grupo/banda Keroøàcidu Suäväk, que faz apresentações de música experimental e performance nas festas da VOODOOHOP e em outros ambientes como exposições de arte. O grupo é composto por músicos e artistas, sua potência vem da experimentação musical, visual e corporal, as apresentações tem um caráter ritualístico. 

Pilantröpóv Pausãnias

Conta que outro referencial é a artista Lygia Clark e sua produção dos “objetos relacionais”. No seu trabalho chamado Máscara Abismo os participantes/receptores vestiam a máscara confeccionada com o objetivo de experimentar em um âmbito mais focado na Arte Terapia e de se relacionar o sensorial dos materiais utilizados. Partindo do conceito da produção dos “objetos relacionais”, Aline define as máscaras como dispositivos relacionais e ao ser ativado a transforma em uma coerência com a produção do coletivo.

Fundamentou também a respeito da referencia nas cores e no material da confecção de suas máscaras: a cerimônia andina Takanakuy realizada na província de Chumbivilcas no Peru. Tem suas raízes nos predecessores da cultura hispânica-inca e acontece anualmente no dia 25 de dezembro. Nesse dia pessoas de todas as idades se preparam fantasiando-se para participar da cerimônia, que se resume à uma grande briga de rua, onde todos se batem aos murros e chutes. As máscaras produzidas aqui também tem o objetivo de encarnar um personagem no momento da cerimonia. São referência nas cores e no material (lã).
Cerimônia Andina Takanakuy

                     Poster Takanakuy, Peru.

Os festivais dos Mascarados encontrados na região do oeste africano tem a tradição de confeccionar a fantasia para esses festivais era muito forte nessa região da África. O fotógrafo Phillip Galembo registrou em uma série de fotos das fantasias criadas pelas tribos. Aqui produção colorida e bizarra a atraiu, o afinco da população local em confeccionar as fantasias foi inspirador e isso fez da série de Galembo uma forte referência.

Há cerca de um ano, aprendeu a técnica de tricô com agulhas e encontrou uma grande sintonia entre os fios e a trama. Foi em busca de referências de artistas contemporâneos que utilizam do tecer como matéria-prima. Permeou sua pesquisa nos coletivos e artistas que interviam com as tramas a paisagem urbana no Brasil e na Europa. 

Ao pesquisar percebeu que muitos artistas estão optando pela técnica de tecer com as agulhas criando trabalhos coletivos nas cidades. Essas manifestações estão espalhadas pelo mundo todo, um exemplo é o coletivo aberto  Yarn Bombing [Bombardeio de Fios] que reúne na internet em um site (http://yarnbombing.com/) artistas de varias partes do mundo que reinventam a paisagem da cidade 
utilizando o crochê ou o tricô.

Outro exemplo inspirador são as ações da artista polonesa Agata Oleksiak que vem colorindo com o tricô vários locais do mundo, agregando com seus trabalhos essa nova atividade conhecida como Crochê de Guerrilha. A artista veio para o Brasil colorir com sua trama de tricô, na Mostra Sesc de Artes 2012. Ela trabalha em colaboração com artistas e costureiros locais, vestindo enormes monumentos com o crochê pelas cidades que passam.


Instalação Agata Olek


 Em uma palestra foi discutida a inexistência de ligações entre o IAC (Instituto de arte Contemporânea) e o muBA (Museu Belas Artes de São Paulo). Com isso a Aline propos uma ação que simbolizasse essa ligação, do IAC com o muBA e durante a I Semana de Artes Visuais do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo organizou uma ação, Tear Humano. Unindo a técnica do tear de mão, com as mãos de quinze ou vinte pessoas, a rede foi produzida. No final da semana produzimos uma rede de 40m de comprimento, que equivalem a distância entre os espaços IAC e muBA.

Tear Humano, Belas Artes


Aldo Lanzini, Nick Cave e Piers Atkinsons são exemplos de artistas plásticos que produzem máscaras utilizando a trama e que encontra relação com o aspecto bizarro e sufocante das formas das máscaras, as cores e técnicas. 



10 Crazy Creeby Crocheted Masks
10 Crazy Creepy Crochet
Piers Atkinsons, Knitted Balaclava with Pom-Poms
'All the World's a Stage' collection, S/S 2009, © photo: Leigh Keily.

Com essas referências inúmeras possibilidades se afincaram na sua produção de máscaras, nesse ponto, outras técnicas de tramar foram experimentadas, tricô de dedo, tricô de braço, o crochê e a construção de teares para simplificar a confecção da trama. 

Esse aprendizado se somou com os encontros informais com amigas e amigos, em que as trocas de experiências com essas técnicas foram essenciais. Além de ter reencontrado as amostras de crochês feitas pela sua avó.


Intervenção VOODOHOP no Morro do Vidigal, RJ. 
 Máscaras Timalina. Foto: Pitty Nascimento

Uma importante característica da máscara é o emprego das cores fluorescentes, elas também são atribuídas na estética as decorações da VOODOOHOP, que combinadas à luz negra auferem realce. As cores aplicadas à máscara se destacam na pista escura quando próximas à uma luz negra. Essas cores também agregaram para chamar mais atenção as suas performances de dança.

Matéria elaborada com base no TCC da Aline Ferreira Arcuri, concluso neste ano de 2013 e as referências utilizadas são as seguinte:

OITICICA, Hélio. Carta a Aracy Amaral, 13 de maio de 1972. cf. Amaral, Aracy. Arte e Meio Artístico; entre a feijoada e o X-burger. (S. Paulo: Nobel, 1983).
SAMUELS, Andrew. Dicionário de Crítica Junguiana. Rubedo, 2003. Disponível em: http://www.rubedo.psc.br/dicjung/verbetes/ritual.htm Acesso em: 5 de abr. 2013, 17:00

Soraia e Alina (Timas)  Foto: Aniel Lara Espindola

Soraia Oliveira Costa, mestranda em História da Ciência/UFABC, licenciada e bacharel em Ciências Sociais/CUFSA.

Aline Ferreira Arcuri, bacharel em Artes Visuais/Belas Artes, integrante do coletivo VOODOOHOP. 


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Contemporartes na Bienal do Livro de São Paulo e outras dicas




Teve início no último dia 9 e segue até 19 de agosto a Bienal do Livro de São Paulo. Em meio à programação de debates e lançamentos, duas colegas da Contemporartes estão marcando presença.  
Ontem (11), a coordenadora da Contemporartes, Ana Maria Dietrich, lançou seu livro Nazismo Tropical, no estande da Delicatta Editora.
 Já na segunda-feira, dia 13, a colunista Simone Pedersen estará no estande Melhoramentos (Rua H – estande G40), das 12h às 14h, participando do Encontro dos Escritores e Ilustradores de Literatura Infanto-Juvenil – AEILIJ. No sábado, dia 18, ela volta à Bienal para o lançamento do seu livro Poemas Minimalista, a partir das 18h no estande RHJ, na Rua N 50.
A Bienal do Livro de São Paulo está sendo realizada no Pavilhão de Exposição do Anhembi. Mais informações sobre a programação, aqui.

A partir do próximo sábado, dia 18, até o dia 27 de outubro, será realizado em São Paulo o curso de extensão Arte e Sociedade na América Latina. Serão abordados diversos aspectos da estética e da história da arte produzida na América Latina, “relacionando as civilizações pré-colombianas à formação do homem contemporâneo”. 
O curso está ligado à Cátedra Unesco Memorial da América Latina e tem coordenação da Profª. Dra. Elza Ajzenberg (Professora Titular da ECA - USP / Coordenadora do Centro Mario Schenberg de Documentação da Pesquisa em Artes da ECA -USP) e Profª. Dra. Alecsandra Matias de Oliveira (Doutora em Artes Plásticas - ECA / USPA atividade é aberta a todos os interessados, não é necessário ter formação na área. 
As aulas serão sempre aos sábados, de 9h às 13h. A inscrição para o curso custa RS 200,00 e pode ser feita de segunda à sexta-feira, das 10h às 18h, no Anexo dos Congressistas / CBEAL - Memorial da América Latina. Informações sobre o curso e as inscrições no site, pelo e-mail: cursos@memorial.sp.gov.br e telefone (11) 3823-4780. 

O historiador Carlos André Silva de Moura lançou, no dia 30 de junho, o livro “Fé, saber e poder: os intelectuais entre a Restauração Católica e a política no Recife (1930 – 1937)”.A obra é resultado das pesquisas desenvolvidas ao longo do Mestrado em História Social da Cultura Regional da Universidade Federal Rural de Pernambuco. O lançamento foi na Livraria Cultura de Recife. 

Até o dia 19 de agosto estão abertas as inscrições de curtas metragens para o FESTDOC Festival da Vida nas Telas do Cinema. O festival será realizado pela primeira vez 8 a 15 de outubro, no Memorial da América Latina, em São Paulo, com uma ampla programação de exibição, debates e discussões sobre a produção audiovisual no país.
Para a mostra competitiva de curtas, podem ser inscritos trabalhos estudantis com duração entre 15 e 30 minutos e relacionados aos temas Histórias de Vida, Relações Familiares, Preconceitos, Mundo do Trabalho, Educação. O regulamento completo e o procedimento para inscrição estão disponíveis no site. A organização do FESTDOC também está no facebook.






Mônica Bento é jornalista, formada pela Universidade Federal de Viçosa (MG). Em seu trabalho de conclusão de curso estudou a função social das salas de cinema e desenvolveu a reportagem multimídia CineMemória. Pertence a equipe de Comunicação da Contemporartes-Revista de Difusão Cultural.  
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Neblina Sobre Trilhos no Festival de Inverno de Paranapiacaba



Nesta edição do festival de Inverno na vila de Paranapiacaba, estamos realizando a divulgação do projeto Neblina Sobre Trilhos no Antigo Mercado e na Casa 28, que fica bem ao lado.


Abaixo um flyer/cartaz com as informações de horarios:


Foi criado um evento para convidar os contatos e colaboradores do projeto na nossa página do facebook/neblinasobretrilhos: https://www.facebook.com/events/360821673989763/ 

Intervenção do Neblina na Casa 28.
Fotografia de Soraia O. Costa.
Exposição no Antigo Mercado.
Fotografia de Melina Resende

Agradecemos a prefeitura pelo espaço concedido e aos colaboradores que também projetarão o documentário na Vila, o ex-ferroviario Aldo do Som, o morador Gercino e o historiador Eduardo Pim, responsável pela Associação de Monitores Ambientais de Paranapiacaba (AMA).

Exibição do documentário na R. Varanda Velha, Vila de Paranapiacaba.
Fotografia de Melina Resende
Exibição do documentário na Casa 28.
Fotografia de Melina Resende





Hoje estaremos no Simpósio Internacional na USP:

Pôsteres sobre a história da regional e do trabalho audiovisual que mostra a Vila de Paranapiacaba, construída pela empresa São Paulo Railway Company Ltd. (SPR) para abrigar os trabalhadores do sistema funicular, a partir de entrevistas dos ferroviários, seus parentes e moradores da vila, além de pessoas ligadas ao turismo, estudiosos e turistas.Com enfoque na ferrovia que ligava Santos a Jundiaí e seus trabalhadores na Vila de Paranapiacaba. Nossa equipe de pesquisadores busca fazer o levantamento das motivações e dos movimentos históricos que levaram ao descontentamento, desemprego e desencanto dos antigos e atuais moradores da Vila de Paranapiacaba, pois mesmo pelo fato de ser considerada um patrimônio Histórico pelo Governo Federal, Estadual e Municipal, pouco se é difundido os ensinamentos sobre a história da Vila, já que o baixo e mal direcionado incentivo ao turismo não se manifesta como suficiente aos atuais moradores, muito menos pedagógico à história da Vila, que um dia foi um marco da pujança e da tecnologia em solo do Estado de São Paulo e do Brasil, por meio da sua repercussão no mundo foi amplamente reconhecida.


E sobre o festival, ainda terão dois finais de semana para quem ainda não foi pode tentar aproveitar o evento, abaixo outras informações de shows:


21/07/2012 - SÁBADO 

14 hs no Mercado - Pedro Luis e Banda
15 hrs Sesc - Grupo Moinho do Tempo
15:30 Sesc - 2por4 - Brit Project
17 hs Mercado- Ná Ozetti
18 hs Sesc - Grupo Moinho do Tempo
18:30 Sesc - João Donato
20 hs Campo - FAFA DE BELEM

22/07/2012 - DOMINGO

14 hs no Mercado - sapopemba
15 hrs Sesc - Banda Sax4Sax
15:30 Sesc - Banda Publica com Jhonny Monster
17 hs Mercado - Eliana Pittmann
18 hs Sesc - banda Sax4ax
18:30 Sesc - Banda Mantiqueira e Fabiana Cozza
20 hs Campo - JOÃO BOSCO

28/07/2012 - SÁBADO

14 hs no Mercado - Rose Calixto
15 hrs Sesc - Banda saxofonica
15:30 Sesc - Gross
17 hs Mercado- Banda Black Rio
18 hs Sesc - Grupo sarau Tropical
18:30 Sesc - Maogani e Renato Braz
20 hs Campo - CLAUDIO ZOLI

29/07/2012 - DOMINGO "ULTIMO DIA"

14 hs no Mercado - Chico teixeira e Tuia
15 hrs Sesc -Grupo ìkaro
15:30 Sesc - Daniel Belleza
17 hs Mercado- 14 Bis
18 hs Sesc - Banda Saxofonica
18:30 Sesc - Nhocuné Soul
20 hs Campo - FLAVIO VENTURINI






Soraia Oliveira Costa, graduada em Ciênciais Sociais pelo Centro Universitário Fundação Santo André (CUFSA). Professora de sociologia na Secretária de Educação Estadual, trabalha também com fotografia, audiovisual e oralidades desde meados de 2007, quando começou a analisar o cenário urbano, a natureza, o trabalho, os transportes, o comportamento, a cultura, a arte... 

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11o Festival de Paranapiacaba tem Milton Nascimento nesse fim de semana



No 11o. Festival de Inverno de Paranapiacaba haverá as apresentações de Milton Nascimento (dia 23), Jorge Vercíllo (24), Teatro Mágico (30) e Lenine (31). Estes shows serão às 20 horas no palco do campo, na Avenida Fox, s/n. Os ingressos, gratuitos, serão distribuídos uma hora antes do início de cada atração.

  
Novos nomes e veteranos da Música Popular Brasileira também marcarão presença no festival. No Antigo Mercado se apresentarão Jair Oliveira e Beto Guedes (23, respectivamente às 14 horas e 17 horas), os pernambucanos do Mombojó e Pedro Mariano (24, respectivamente às 14 horas e 17 horas), Marcelo Jeneci (30) e Rita Ribeiro (31).
Neste ano, o Sesc, parceiro da organização do festival, será o responsável pelas atrações do Clube União Lyra-Serrano (Rua Antonio Olyntho, s/n). Estão confirmados shows de Liquidus Ambientus e Cidadão Instigado (23); Go do Trombone Jazz e Nasi (24); Karallarga e Oswaldinho do Acordeon (30), e Ari Borges e Blues Etílicos no encerramento, dia 31.

Artistas da região também terão espaço garantido. É o caso de Éder Palmieri, o Coro de Santo André, João Cristal e a Banda Lira, com apresentações no Antigo Mercado e na Padaria do Mens (Rua Schnoor, 405), espaço que será destinado também à literatura. Para o público infantil, as atividades acontecerão na biblioteca (Rua Rodrigues Alves, s/nº).
O 11º Festival de Inverno de Paranapiacaba integra o calendário de atividades do Departamento de Turismo de Santo André. A programação será realizada nos dias 16, 17, 23, 24, 30 e 31 de julho, a partir do meio-dia. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 11 4433-0339. Ou no site www.santoandre.sp.gov.br.

  
  Serviço:

  
11º Festival de Inverno de Paranapiacaba

Dias 16, 17, 23, 24, 30 e 31 de julho, a partir do meio-dia

Locais: Palco do Campo (Avenida Fox, s/nº), Espaço Sesc (Clube União Lyra-Serrano Avenida Antonio Olyntho, s/nº), Antigo Mercado (Rua Campos Salles, s/nº), Padaria do Mens (Rua Schnoor, 405) e na Biblioteca (Rua Rodrigues Alves, s/nº), todos na Parte Baixa da Vila.

Apresentações musicais, literatura e atividades infantis, entre outras atividades

Os ingressos, gratuitos, serão distribuídos uma hora antes do início de cada atração

Mais informações: (11) 4433-0339

Site: www.santoandre.sp.gov.br





Fonte: SECOM PSA

Assessoria de Imprensa

Marcos Imbrizi

Email: mlimbrizi@santoandre.sp.gov.br

Telefone: + 55 11 4433-0137

13/06/2011

Acompanhe os acontecimentos da Prefeitura de Santo André no twitter: http://twitter.com/stoandre


Ana Maria Dietrich é coordenadora da Contemporartes-Revista de Difusão Cultural

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