acho que rio é baiano, ou não



CANÇÃO: Onde o Rio é mais baiano (1998)
Caetano Veloso
FOTOS: uma visão de uma Bahia imaginada, ou não!!
estradas avenidas praças (maio/2011)


A Bahia,
Estação primeira do Brasil
Ao ver a Mangueira nela inteira se viu,
Exibiu-se sua face verdadeira.


Que alegria
Não ter sido em vão que ela expediu
As Ciatas pra trazerem o samba pra o Rio
(Pois o mito surgiu dessa maneira).


E agora estamos aqui
Do outro lado do espelho
Com o coração na mão
Pensando em Jamelão no Rio Vermelho


Todo ano, todo ano
Na festa de Iemanjá
Presente no dois de fevereiro
Nós aqui e ele lá
Isso é a confirmação de que a Mangueira


É onde o Rio é mais baiano.







DUDA WOYDA, ator, com experiências no Paraná e Rio de Janeiro, cidade com a qual mantem contatos profissionais. Integra a CIA Ateliê Voador e a CIA Teatro da Queda. Pesquisa questões relacionadas ao teatro físico e a sua relação entre dramaturgia corporal e teatralidade, priorizando a multidisciplinaridade. dudawoyda@yahoo.com.br
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Documentário do Neblina se encontra em edição



A partir de entrevistas dos ferroviários e seus parentes uma transformação sensível é dada. A neblina que esconde os trilhos da ferrovia é finalmente descortinada perante as lentes de nossas câmeras. Histórias, contos, cantos, lembranças queridas e adormecidas – esse legítimo material humano emerge do encontro entre pesquisador e ferroviário.


Identidades feitas de técnica, trabalho, idealismo e solidariedade.


A Vila de Paranapiacaba é cenário e agente desse processo. Ao olhar indiferente da maioria das pessoas ela se transforma. Pioneiros ingleses chegam no século XIX e passam a recortar a a Mata Atlântica com seu maquinário. A ferrovia chega como símbolo de modernidade. Aos poucos o que era verde, vai se tornando cinza, reflexo da ação humana, das indústrias, do desenvolvimento.

Hoje - o cinza virou dark. O dark se mostra na falta de preservação, no descaso, no turismo mal planejado e os vagões são esquecidos na sua ferrugem e na sua história.

Nosso documentário busca unir passado e presente destacando histórias de vida dos ferroviários na Vila de Paranapiacaba (SP). Questiona os motivos que levaram ao descontentamento, desemprego e desencanto dos antigos e atuais moradores da Vila. Mesmo sendo considerada um Patrimônio Histórico, pouco se conhece da rica história desse lugar. Busca-se gerar tais reflexões e, ao mesmo tempo, homenagear esses homens que, com seu trabalho no passado, transformaram o mundo que anteviam no futuro.
Ana Maria Dietrich*

*Texto retirado da exposição  Neblina sobre trilhos - do verde ao dark. Universidade Federal do  ABC, julho de 2011.


Ferroviários reunidos em Paranapiacaba. O documentário, agora em fase de edição, busca dar visibilidade  às suas inúmeras histórias de vida.

O patrimônio ferroviário traz tristes marcas de abandono. Apenas o turismo não é capaz de reverter  esse capítulo da história da vila. Ações tanto governamentais quanto da sociedade civil se fazem cada vez mais necessárias.

O relógio é marca e monumento da vila. Faz lembrar sua origem inglesa.
Maquinário, vagão - patrimônio industrial que se encontra ao relento.
A neblina que cobre quase religiosamente as tardes em Paranapiacaba inspirou o nome do documentário Neblina sobre trilhos
A equipe, alunos e professores da UFABC e Fundação Santo André, passaram muitos finais de semana no ano passado gravando as entrevistas e recolhendo suas impressões da vila. Em breve teremos os resultados desse trabalho para ser  exibido ao público.



Ana Maria Dietrich é editora-chefe da Contemporâneos-Revista de Artes e Humanidades e coordenadora junto a Rodrigo Machado da Contemporartes-Revista de Difusão Cultural. Profa. Dra. Adjunta da UFABC. Coordena o projeto Neblina sobre Trilhos junto ao Prof. Dr. Claudio Penteado.
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"Pela Pela"





sexta- feira 13
13 de Maio
Des-comemoração,
Abolição,
Sexta- feira 13
Onde a Pele, a Carne, e o sangue
derramado representam meu povo...
por: Aline Serzedello Vilaça
Ahh!!!
Minha negra pele fez-se iluminada
Minha negra pele que como a de muitos
Foi violada, rasgada, ferida
Ahhh!!!
Bela pele Negra
Bela raça Negra
Bela Etnia Negra
Afro- descendente
África parente
Ahh!!! Minha pele Negra
Tanto sangue derramado pelas suas diversas cores
Ahh!!! Melanina segregada
Ahh!!! Etnia abandonado!
Pela Pele, pelo cabelo, pelo sorriso
Muitos morreram,
Muitos morrem,
Muitos frente a meus olhos,
sob minhas lágrimas ainda
morrerão,
Ahh, minha nação tão negra
Também sinto o cheiro de magnólia no ar
também sinto
Cheiro de fruta estranha
Cheiro de corpos condenados ao racismo
cheiro de intolerância,
cheiro de ausência,
cheiro de segregação,
Ahh, minha Bela pele...
Pela sua bela pele Negra
Pela Pele
Apenas pela Pele,
Somos e
Fomos açoitados
Acorrentados
Pendurados feito fruta,
dependurados feito nada
Pela Pele
fomos torturados
Fomos feridos,
APENAS Pela Pele

Que fique aqui registrado que nossa sexta-feira 13,
13 de maio de 2011
foi um dia de lembrar com lágrimas, com sangue
e com esperança de tempos melhores
tudo que foi feito
Apenas Pela Pele
Dica:
III ENUNE - Encontros de Negros, Negras e Cotistas da UNE
O Brasil após expansão das políticas de ações afirmativas: Desafios e novas perspectivas
2o a 22 de Maio - Salvador - BA
Certamente discutiremos tudo que é sentido Pela Pele

por: Aline SerzeVilaça

Primeira Foto: Reiner Araújo - Espetáculo "Terra Preta" do Grupo Gengibre



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ALGUNS APANHADOS DA MINHA ÁRVORE LITERÁRIA


Mais um pouquinho de mim mesmo e de minhas incursões literárias.
Espero que gostem.



"Clandestinos" é um excelente livro de crônicas do amigo Edweine Loureiro, que vive no Japão desde 2001. O escritor está revertendo o dinheiro arrecadado com a venda aos que estão desamparados naquele país. Além disso, a obra também está concorrendo ao 2º Prêmio Clube de Autores da Literatura Contemporânea.
Participem, votem e divulguem por uma bela causa.

Abraços literários e até+.



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Bate mas não LEVA


Teria sido uma sexta-feira comum, se eu não tivesse ido ao teatro com uma grande amiga. Ela já tinha assistido a peça, mas vez questão de assisti-la mais uma vez, falou-me que valeria a pena. Confesso que os alertas  dizendo que a peça era muito forte, principalmente porque vinham dela, me deixaram curiosa.

Bate. Bate mas não leva. Bate mas não leva. É esse o coro que inicia a peça “120 dias de Sodoma” que eu assisti na última sexta-feira, no Espaço dos Satyros. A peça de Rodolfo García Vázqez é baseada na obra do Marquês de Sade e, ao contrário do que minha amiga disse, ela não é forte, ela é muito mais que isso.

O espetáculo, que faz parte de uma trilogia, “a trilogia libertina”, faz com que o espectador mergulhe numa nação esfacelada onde crimes e corrupções são os protagonistas. As semelhanças com o nosso país são acentuadas em cada nome citado, em cada dossiê mencionado.

Durante toda a peça há uma inversão de valores, assim como a desconstrução do que de fato é a democracia representativa que vivemos em nosso país. A sujeira e a podridão são esfregadas em nossos rostos, não tem como fingir que não entendemos. Nem fingir que aquilo não está falando diretamente a nós, a mensagem é clara e dolorosa.

No fim, a platéia permanece calada, a dúvida entre aplaudir ou não é evidente. O incômodo que experimentei dentro daquele teatro permanece, reviro e reflito as cenas na minha cabeça, como eu disse, a peça é muito mais que forte. Ela é uma cutucada nas feridas de todos os brasileiros, uma cutucada onde mais dói. Mas sinceramente, prefiro sentir essa dor durante muito tempo, porque antes essa dor que a apatia do conformismo.





Ana Paula Nunes é jornalista e pós-graduanda em Mídia, Informação e Cultura pela Universidade de São Paulo - USP. Escreve aos domingos, quinzenalmente, na ContemporARTES.
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Considerações sobre o cinema soviético pós-guerra.




A mitificação de Stalin tornou sua presença onipresente em vários sentidos do cotidiano da sociedade soviética, seja através da arquitetura, pintura, literatura, organização partidária: a imagem de Stalin, após a guerra, adquiriu o status de mito. Era bastante comum que nas casas soviéticas o retrato de Stalin, estivesse pendurado nos locais mais nobres da parede. O culto a sua personalidade foi muito eficiente em enraizar no imaginário da população que a URSS só sobreviveu à guerra devido ao papel que Stalin desempenhou. O entourage de Stalin se esforçava para agradá-lo conferindo títulos, como o de “Generalíssimo”, que ele desprezou, pois só soube que tinha sido condecorado, através da leitura matinal do Editorial do Pravda, como narra Volkogonov em um dos seus livros .









Seu interesse pelo cinema aumentou exponencialmente ao seu isolamento. Se antes da guerra já era um cinéfilo inveterado, com o envelhecimento e o passar dos anos, ele dedicou bastante tempo, para assistir e opinar sobre os mínimos detalhes dos filmes e da indústria de produção cinematográfica soviética. Isso criou uma atmosfera de policiamento semelhante aos anos de terror da década de 1930’s, quando a produção de cada filme era fiscalizada nos seus mínimos detalhes. Taylor possui uma análise bastante inovadora e provocativa sobre a influência que o cinema teve sobre Stalin, durante estes últimos anos de vida e de pouca exposição pública.
A Imagem que os historiadores derivam da união Soviética através do cinema soviético do período de Stalin é uma ilusão, como uma vila Potiómkin. Mas como sabemos a partir do discurso secreto de Kruschióv, para o 20° Congresso do Partido em 1956, foi também essa imagem que o próprio Stalin extraiu do cinema Soviético. Um cinéfilo ávido, que nunca deixou os estreitos limites do Kremlin, ou de sua casa de campo nas proximidades, a visão de Stalin da realidade soviética foi ditada exclusivamente pelos filmes e cinejornais a que ele assistiu. (Taylor, 1990, pag. 48)


Este interesse de Stalin se refletiu na criação do Ministério do Cinema em 1946, que teve como primeiro ministro Ivan Bolshakóv. (Beumers, 2009, pag. 107). A elevação do status da estrutura pública que controlava o cinema na URSS não se refletiu, imediatamente, em uma quantidade satisfatória de filmes produzidos por ano, principalmente para um país, com as dimensões e pretensões como a URSS. O número de filmes realizados na URSS decaiu a partir de 1945, e manteve esta tendência até o fim do Stalinismo. Para efeito comparativo, neste período, proporcionalmente foram produzidos menos filmes do que durante a Segunda Guerra. A destruição da infra-estrutura industrial soviética não explica, totalmente, o motivo de a produção ter caído tanto, pois a economia soviética não demorou muito tempo para retornar aos patamares de produção, anteriores ao período da guerra. A repressão que aconteceu a partir de 1946, sobretudo no campo das artes foi o fator principal da baixa produção fílmica e de outros ramos da indústria cultural. Neste sentido, devemos expor, ao público, alguns dos documentos oriundos de fontes primárias e secundárias que permitem uma maior interpretação do fenômeno repressivo e controlador, no qual o papel de Stalin era central, principalmente, quando a repressão envolvia questões culturais.

Carta de G.V Aleksandrov para I. V. Stalin. Publicada na Glasnost, 28 novembro- 4 dezembro de 1991, no. 48
6 de março de 1946. Moscou

Camarada I. G Bolshakóv informou de sua opinião negativa em relação à segunda parte de “Ivã o Terrível” de S. M. Eisenstein, bem como da decisão da TSK que proíbe a liberação da película para exibição devido a sua natureza “anti-artística e anti-histórica”.
O objetivo da minha carta não é
para defender o filme!
As circunstâncias excepcionais e extraordiná
rias forçam-me a incomodar você. Entre os trabalhos críticos sobre “Ivã o Terrível”, tanto a primeira, quanto a segunda parte evocam duras criticas... Em 02 de fevereiro, Eisenstein concluiu os trabalhos sobre o filme e apresentou o material ao laboratório de cinema, mas algumas horas depois Eisenstein, de repente, sofreu uma angina grave no peito, que durou 36 horas. Apenas a intervenção médica e a aplicação de medidas enérgicas salvou-o da morte.
Tendo ficado doente assim de repente, Eisenstein me pediu para mostrar o filme para o Conselho das Artes da Comissão de Cinema. A maioria dos membros do Conselho das Artes teve parecer negativo do filme e submeteu-o a duras criticas - tendo tomado conhecimento, no entanto, que o trabalho foi feito com muita consciência, que foi original em
métodos criativos, novo, em seus meios de expressão e altamente profissional. Também notaram que as conquistas foram grandes, na área de domínio criativo técnico da filmagem em cores, de acordo com o novo método. O Conselho das Artes decidiu encarregar a Comissão a apresentar propostas para corrigir e acrescentar ao novo filme, mas as condições de Eisenstein eram tão ruins, que não poderia haver nenhum acréscimo em breve.
Eisenstein insistiu em sair do hospital para qu
e o filme fosse mostrado para você, Iossif Vissariónovich. Sua visão do filme tornou-se objeto de sua vida. Esta visão o preocupou mais do que qualquer outra coisa.
Ele investiu mais de cinco anos de sua vida, e de trabalho, neste filme. Ele filmou em condições difíceis, em Alma- Ata, e ele não tinha mais nada na vida além deste filme...
Conhecendo você, Iossif Vissariónovich, como um homem que está atento às pessoas e a infortúnios, um homem sensível e emocional e por outr
o lado, tendo conhecido o diretor por vinte seis anos, como uma figura ativa em nossa cinematografia, como um mestre de muitos mestres de renome, como fundador do cinema soviético, e , tendo em conta as circunstâncias extraordinárias acima, eu seria tão ousado a ponto de lhe pedir a não tomar uma decisão final sobre “Ivã o Terrível” até a recuperação de seu autor...
Estou me Voltando para você, como diretor artístico da Mosfil
m e um ex-aluno de Eisenstein.
Com Profundo respeito e amor por você,
Gr. Aleksandrov.



Algumas características do culto à personalidade e a função que Stalin tinha na vida cultural são evidentes na leitura do texto acima. Aleksandrov, logo no inicio do texto, ressaltou que o objetivo da sua carta não era a defesa do filme. Porém cumpriu esta função de maneira implícita, quando ressaltou que os membros do Conselho das Artes tinham dado a oportunidade de Eisenstein modificar o filme, devido aos avanços técnicos que o mesmo apresentava. Além disso, de maneira muito corajosa, expôs a Stalin o quadro de saúde de Eisenstein e as suas conseqüências para as mudanças que o filme deveria sofrer, devido as críticas que tinha sofrido, bem como a importância de Eisenstein para a cinematografia soviética. A carta também revelou a admiração, respeito e temor dos burocratas do Conselho das Artes: o que importava, mesmo, era a opinião de Stalin. Isso fica claro, nas entrelinhas, principalmente quando Aleksandrov revelou a Stalin que o objetivo da vida de Eisenstein, neste momento, era saber qual a opinião do Generalíssimo sobre a segunda parte de “Ivã o Terrível”
A conjuntura da indústria soviética, neste período, não poderia ser pior para o ambiente criativo. Além de a produção ter caído, e a censura ter se tornado pior do que nos anos 30, os temas que foram filmados não retratavam mais a realidade e os problemas da classe trabalhadora. Na década de 1930, mesmo com um sistema repressivo que tentou formatar um modelo fílmico, o cotidiano dos trabalhadores e os problemas recorrentes da organização soviética do trabalho foram representados em alguns filmes. Porém, com a vitória soviética, o cinema na URSS sofreu uma “despolitização” sem precedentes, na sua breve história. A representação do proletariado, como classe dominante, e as implicações disso na vida social se tornou um tema fora do padrão e, por isso, ele deixou a ser adotado na escolha dos roteiros.
Mesmo em 1930s, poucos filmes tinham lidado com trabalhadores: depois da guerra este aspecto da vida soviética desapareceu completamente de vista. Entre os 124 filmes que foram feitos, apenas quatro lidavam com trabalhadores, e destes “A Grande Virada” e “Fogos de Baku” não foram distribuídos. Os dois filmes restantes foram “O Mineiro de Donbass” de Lukov e “Longe de Moscou” de Stolper, filme baseado no romance de Vassilii Ajáev. O filme de Stolper destinou-se a mostrar que, em tempos de guerra, a produção de óleo foi tão importante como a luta contra o inimigo no front. Os Filmes do pós-guerra, certamente, não celebraram nominalmente a classe dominante, o proletariado. (KENEZ, 2001, pag. 205)

Os gêneros adotados pelo cinema soviético, no Pós-Guerra, não foram tão plurais quando comparados com a década de 1920. Kenez, observa que os filmes que retratavam expedições científicas ficaram muito famosos nesta época, isso, inclusive vai perdurar até depois do Stalinismo com filmes como “Carta Que Não Foi Enviada”, URSS, 1959, de Mikhail Kalatazov, cujo enredo focou na expedição de geólogos em regiões remotas da URSS. Porém, outros gêneros, que fizeram bastante sucesso neste período, foram às comédias e os filmes feitos para crianças, bem como alguns desenhos animados de extrema qualidade técnica, e que não ficam devendo, em nada, aos produzidos na Disney.




Referências Bibliográficas.

CLARK,K & DOBRENKO, E (orgs).SOVIET CULTURE AND POWER: A History in documents, 1917-1953. Ed. Yale University Press. London & New Heaven, 2007.
TAYLOR, R. Soviet Cinema – The Path To Stalin. In: History Today.V.40, Issue 7. UK. 1990
VOLKOGONOV, Dmitri. Stalin: Triunfo e Tragédia. V.1, V2. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira. 2004.
KENEZ, P. Cinema and Soviet Society: from the revolution to death of Stalin. Ed. I.B. Tauris & Co, LTD, New York, 2009.






Diogo Carvalho é historiador pela Universidade Federal da Bahia. Atualmente desenvolve mestrado pelo Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade(UFBA), onde realiza pesquisas sobre o cinema soviético. Membro da Oficina de Cinema-História da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (UFBA). Trabalha com os seguintes temas: cinema, culturas,História, cultura digital, política humanidades e literatura beatnik. diogocarvalho_71@hotmail.com








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